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Wednesday, January 08, 2020

Ciência do futuro (enquanto tempos futuro)

Nova técnica para microscopia de células nesse incrível vídeo que pode ser visto aqui.

Wednesday, October 12, 2016

Suspeite que está equivocado

Cognitive_Bias_Codex_-_180 _biases,_designed_by_John_Manoogian_III_(jm3)

Cada pequena imagem da imagem acima, formando um denso círculo ao redor do cérebro, é um tipo diferente de erro de julgamento, ou “cognitive bias”, que cometemos. A grande maioria deles diz respeito a pessoas normais, isto é, não é preciso ter nenhuma síndrome ou “problema” para incorrer nesses erros.

Em tempos de tantas certezas seria bom ponderarmos um pouco sobre as limitações naturais da nossa máquina pensante. Lista completa, aqui.

Friday, September 25, 2015

Alterações oceânicas

Uma reportagem do Washington Post mostra evidências de que o aquecimento global está afetando uma região do Atlântico Norte de um modo um tanto quanto estranho. Por lá as temperaturas estão quebrando recordes na direção oposta: temperaturas frias! A causa ainda é debatida mas especula-se que o derretimento do gelo do norte seja um dos grandes vilões. Além das discussões acadêmicas sobre quais forças responsáveis por esta queda de temperatura em um volume tão grande de água está uma questão bem prática: a variação de temperatura e salinidade na região pode reduzir a força motriz que impulsiona a corrente circulatória da região. Esta corrente é responsável pelo aquecimento da região norte da Europa além da distribuição de nutrientes a uma vasta gama de seres marinhos.

TempOcGlobal

Wednesday, July 15, 2015

Lixo espacial

O site Stuff In Space mostra um mapa com uma simulação da posição de, aproximadamente, metade dos objetos espaciais conhecidos na órbita terrestre. Sei que você não vai sair para um passeio de foguete semana que vem, mas ainda assim, é interessante dar uma em como a gente já bagunçou o espaço.

Stuffin

Thursday, November 10, 2011

Premonição

Não há dúvidas, o frio vai ficar mais intenso.

Por que outra razão eu teria perdido uma das minhas luvas?

Tuesday, June 28, 2011

Menos Hipócrates, mais Prozac



O título do post, obviamente, é uma brincadeira com o título do livro Menos Platão, Mais Prozac. Mas... Hipócrates? O que tem ele a ver com a psicologia, com nossas depressões, com nossos... humores! Sim, humores... A palavra usualmente refere-se aos nossos sentimentos, mas há também um outro significado não tão comum hoje em dia. Aí vai:

s.m. Fisiologia. Substância fluida de um animal, como o sangue, a linfa, a bile etc. Na medicina medieval, tinham grande importância os quatro humores: sangue, fleuma, bile amarela e bile negra. Supunha-se que a saúde de uma pessoa dependia de uma mistura correta desses quatro humores em seu corpo.

Pois bem. O sangue e a bile amarela realmente são substâncias que merecem toda uma atenção em nosso organismo. Já quanto à bile negra... Não temos fluidos escuros em nosso corpo. De onde será que o incauto tirou essa hidéia? Teria observado alguma autópsia nada amigável? Interessante é que a bile negra era supostamente a causadora da melancolia. (supunha-se que qualquer estado ruim de nosso corpo fosse oriundo de um desequilíbrio entre esses quatro líquidos). A palavra melancolia vem do grego e significa "bílis preta". Quando dizemos então "estou de mal humor", na verdade não estamos usando a palavra humor em um novo sentido. Estamos apenas usando uma velha explicação, hoje em geral esquecida, para nossos desânimos e indisposições. Depois que li sobre isso notei que a palavra melanina tem o mesmo prefixo que melancolia, e ambas remetem à cor escura. Procurando um pouco por aí, achei o termo original: mélano.

Muito bem. Mas... voltando ao início da conversa... de onde mesmo Hipócrates tirou a idéia desses quatro fluidos circulando em nosso corpo? Um mendigo bêbado que encontrei próximo à Estação da Luz me explicou o seguinte, e acho que ele está certo: foi um tal de Empédocles que começou com essa lorota toda, ao dizer que tudo era feito de terra, ar, fogo e água. Quatro elementos. Como um bêbado imita o outro, veio logo Hipócrates a considerar que a saúde seria também explicada pela harmonia e dinâmica de quatro elementos. Até hoje a doutrina tem seus frutos em misticismos diversos, em fósseis linguísticos como "estou de mal humor", ou no desenho do Capitão Planeta.


Sunday, June 12, 2011

Mas... que simples!

All living things have much in common, in their chemical composition, their germinal vesicles, their cellular structure and their laws of growth and reproduction. Therefore I should infer that probably all the organic beings which have ever lived on the earth have descended from some one primordial form.
Charles Darwin,
The Origin of Species, 1859

Wednesday, June 08, 2011

A lerdeza dos cientistas



Manchete que li num site de notícias científicas: Luz é gerada a partir do nada

Grande coisa. Lá no bairro todo mundo já conhece essa tecnologia há tempos, chamando-a pela alcunha de gato.

Wednesday, June 01, 2011

Por pouco


Em toda dinâmica evolucionária, seja ela de genes ou de idéias, um dos parâmetros importantes diz respeito à probabilidade de sobrevivência de cada "indivíduo" até que este consiga se reproduzir. Pois bem... No caso de uma idéia muito especial, o conceito de átomo, foi por pouco. Sabemos que um tal de Demócrito pensou no conceito de indivisibilidade da matéria, e ele o fez com base apenas em raciocínio, em "experimentos mentais". Isso se deu em algum momento em torno de 400 anos antes de cristo. Acontece que, por pouco, essa idéia teria se perdido de nós. A teoria de Demócrito sobreviveu graças à obra do poeta Lucrécio, De rerum natura, e desta obra apenas uma cópia sobreviveu ao impiedoso período da idade média. O livro notável foi descoberto em 1417. O livro tem, é claro, outros méritos, inclusive de positivas influências filosóficas sobre a doutrina cristã vigente na época. Mas pense por um instante neste conceito, e apenas nele: a idéia de que a matéria é composta por tijolinhos básicos, com certas propriedades. Não se pode sobrestimar esta idéia. O desenvolvimento da química, da mecânica estatística, o estudo dos gases, o domínio da energia atômica e a descoberta da eletrônica... A mecânica quântica e a construção da bomba atômica; o entendimento das estrelas e portanto dos secretos ciclos de vida do universo que nos cerca... Quanto tempo mais essas descobertas todas se atrasariam tivesse aquele último livrinho se perdido para sempre?

Monday, May 30, 2011

Até onde vão as inspirações?


Num ótimo livro de história da ciência:

"Assim como as leis do movimento foram invocadas para explicar tudo, desde política a moralidade, também a lei da gravitação universal foi arrastada à política, à biologia e à química. O cientista do Iluminismo, Maupertius, que publicou em 1732 o primeiro texto francês a explicar acuradamente a teoria de Newton, arriscou que a lei da gravidade poderia ter um paralelo no funcionamento de organismos vivos. David Hume falou da associação de idéias em termos newtonianos. Houve aqueles que compararam um rei e seus cortesãos e conselheiros ao Sol e seus planetas, sendo mantidos juntos por uma força atrativa. Estas tentativas de incorporar grandes desenvolvimentos científicos a outros campos hoje parece ridículo, mas o mesmo fenômeno iria repetir-se com Darwin e Einstein." (A Escalada da Ciência, Brian L. Silver)

Quase mudando de assunto, vamos ver um pouco sobre a evolução do cérebro, e depois faço meu comentário. Segundo Steven Mithen, professor de Arqueologia, pode-se considerar hoje que a formação da mente moderna se deu em três fases:

Fase 1: Mentes regidas por um domínio de inteligêcia geral - uma série de regras sobre aprendizado geral e tomadas de decisão. (Ou seja, algo que pode-se esperar mesmo em organismos simples. Um único "módulo" dedicado a tentar interagir com o mundo da melhor forma possível seguindo um pacote relativamente simples de regras.

Fase 2: Mentes onde a inteligência geral foi suplementada por várias inteligências especializadas, cada uma devotada a um domínio específico do comportamento e funcionando isoladamente. (Traduzindo: há uma parte do cérebro dedicada a atividades manuais. Há outra parte dedicada a produzir e reconhecer sons. Há outra parte dedicada a administrar as relações sociais no grupo. Estas partes cerebrais não se conversam ou sua inter-colaboração é muito precária)

Fase 3: Mentes onde as múltiplas inteligências especializadas parecem trabalhar juntas, havendo um fluxo de conhecimento e de idéias entre os domínios comportamentais. Em português claro, porém não necessariamente seguindo novas (ou velhas!) normas gramaticais: o processamento de informações na área dedicada a coordenação motora pode ter influência sobre a área de raciocinio lógico. O processamento de sons de repente pode influenciar o trabalho manual. Enfim... áreas internas diferentes do cérebro passam a interatir. Em particular, pensamentos em torno de um determinado assunto poderão livremente inspirar outros assuntos aparentemente não-correlatos.

Agora sim já dá para misturar as duas coisas... Brian Silver fica um pouco indignado com essa atitude de extrapolação despudorada de conceitos, porém essa é uma constante no intelecto humano. Pode até ser argumentado que é o que torna capaz o intelecto humano, para início de conversa. O que são os números se não o veículo mágico que permite ao pensamento lógico navegar livremente (sem culpa e sem impostos!) dentre os mais distintos domínios?

Há algo ainda mais interessante do que nossa tendência quase poética de extrapolar conceitos sem muitos rigores: a dinâmica de difusão e persistência dos conceitos criados por este processo. O mesmo processo de criação que origina tantas novas descobertas também origina os mais absurdos conceitos que, ainda assim, encontram seu nicho dentro da riquíssima culturosfera terrestre.

Ou então esse é só um pensamento bobo a que cheguei por caminhos pouco ortodoxos e condenáveis. Sei lá. ;)

Tuesday, March 15, 2011

De novo o homem e a natureza...



Ah, o tsunami no Japão e o aquecimento global... Tem jente achando que é causa e efeito, culpando indústrias, o capitalismo, a morte das baleias e o buraco da camada de ozônio. Abaixo, meu comentário feito num outro blog onde se discutia a respeito:

Realmente vivemos tempos de preocupações ambientais sem precedentes. Já está em marcha a maior extinção de espécies desde que a vida surgiu na Terra (até o momento, se fizermos a contabilidade em número de espécies. Em termos de percentual das espécies existentes esta ainda não é a pior de todas; isso porque nossa época é mais rica em biodiversidade do que qualquer período anterior). A atmosfera é uma estrutura extremamente fina e responsável por um equilíbrio assombrosamente intrincado e delicado.

A hipótese de Gaia tem o mérito de mostrar como as relações da natureza são complexas e interligadas, mas peca gravemente ao dar margem para a idéia de “intenção”. O aumento de nuvens devido a um aumento de temperatura, que tende, devido ao branco das nuvens, a aumentar a reflexão da Terra e assim resfriar o ambiente, não tem nada de intencional. Nada. A natureza não está “tentando” manter o equilíbrio de nada. Está cegamente se comportando como se comporta qualquer copo de água em qualquer lugar; Se nosso planeta, porém, não apresentasse uma estrutura em que o funcionamento da natureza apresenta características de equilíbrio, certamente não estaríamos aqui para contar história, simples assim.

Agora… se por um lado devemos nos preocupar com as ações humanas, que hoje tem poder sem precedentes de afetar toda a biosfera, precisamos também manter a cabeça no lugar…

Terremotos acontecem o tempo todo. Ao menos um tsunami de proporções significativas é registrado TODO ANO (ver Fundamentos de Oceanografia, de Tom Garrison). Eventualmente um desses tsunamis ganha proporção maior e causa estragos significativos. E mais esporadicamente ainda essa proporção maior é realmente devastadora e, por azar, atinge áreas habitadas. Esse azar, é claro, é cada vez mais provável, uma vez que a ocupação humana no globo é cada vez mais abrangente. É cada vez mais difícil para um tsunami encontrar um pedaço de continente vazio para inundar em paz.

Quanto às suposições de que são as ações humanas que causam os tsunamis… Qual seria a relação entre o aquecimento global e o comportamento das placas tectônicas? Mudar a temperatura média da atmosfera em meio grau, ou um grau ou dois, afetaria de que maneira a temperatura interna do ínterior da Terra, cuja fonte é distinta? (a atmosfera e as camadas iniciais da crosta recebem calor do Sol, ao passo que a parte “derretida” do núcleo recebe calor interno da Terra, devido à pressão do peso da Terra sobre si mesma e devido ao calor do material radioativo presente no núcleo terrestre).

Sim, atribuiram vingança divina ao terremoto de Lisboa. Realmente… Um deus que elimina pecadores com uma enorme inuncação que mata sem distinção idosos, crianças, recém nascidos, grávidas, cachorros e as roseiras da janela, ao invés de usar sua onipotência para causar enfartos localizados no peito dos verdadeiros ruins, é ou extremamente sádico e perverso ou absurdamente pouco criativo. Características tão incoerentes com a realidade divina que já bastaria para se demonstrar, por absurdo, que o todo poderoso ou não existe ou foi achar outra coisa pra fazer depois de entregar muito relapsamente a lição de casa da disciplina “Criando Universos Com Vida I – Introdução às Manifestações de Poder”.

A tragédia no Japão aconteceu porque a Terra treme. Porque a placa do Pacífico avança, em média, algo em torno de 7 ou 8 centímetros por ano contra a placa tectônica da Ásia. Parece pouco, mas os continentes vão se comprimindo, se comprimindo, e de repente dão uma “escorregadinha” um sobre os outros. Na escala do planeta, é algo sutil e delicado. Suave até, pode-se dizer. Mas somos seres de menos de 2 metros de altura vivendo sobre camadas de 30.000 metros deslisando umas sobre as outras sobre um manto escaldante. Rodeados por oceanos com, em média, mais de 4.000 métros de profundidade. Uma pulga sobre um carro é um gigante mastodôntico se comparado ao que é um humano sobre a crosta terrestre.



Sim, precisamos sempre de um culpado. Precisamos sempre de um culpado porque nosso cérebro, quem diria, tem um ímpedo de desconfiar que há uma causa para tudo. Aparentemente, até agora, há. Só que também temos um ímpeto para achar que a causa é sempre humana, social, inteligível apenas por meio de personagens (vivos, mortos, corpóreos ou não, mas sempre cheios de intenções). Nosso cérebro, portanto, não é perfeito. Assim, exige um esforço a mais identificar o “culpado” como uma simples tensão mecânica de um movimento gigante e constante. Parece não ter tanta graça. Achar que o tsunami é culpa de ALGUÉM (a humanidade, os pecadores, os ateus ou os capitalistas ou os socialistas ou, por que não, o Chuck Norris) é sempre muito mais interessante do que apontar como culpada a energia cinética de aproximadament 2.066.000.000.000.000.000 m³ de crosta sob o oceano (volume aproximado da placa do Pacífico). Não tem graça, não dá uma manchete arrebatadora de vendas.

As atribuições de culpa, hoje e sempre, em sua assombrosa riqueza de variedade e matizes, vão sempre revelar muito mais sobre os atribuidores (nós) do que sobre a natureza…

Wednesday, February 16, 2011

O carneirinho de Mary


Ah, como é curiosa a humanidade! Thomas Edison, o grande inventor, tinha medo de mercados inexistentes (tudo fruto de um trauma de juventude, pois não conseguiu vender suas revolucionárias máquinas de votação automática a ninguém). Por esse trauma insuperado, quando inventou o fonógrafo, considerou que a gravação de músicas era apenas o quarto uso potencial do equipamento. Sua lista colocava, em primeiro lugar, a gravação de cartas para agilizar trabalhos em escritórios, depois a publicação de livros para cegos e em terceiro lugar o ensino da dicção. Só depois vinha a gravação de músicas. Um simples erro de julgamento? Uma avaliação ruim dos mercados potenciais, talvez enevoada pelo seu trauma, como já foi dito? Talvez, talvez... Mas não posso evitar a pergunta: o que mais a lista de Edison teria a nos revelar? Talvez não seja só dele essa tendência a priorizar fins "práticos" quando se põe a fazer planos porém dar-se a atividades lúdicas quando finalmente vai à ação. Em tempo: no primeiro teste que fez do fonógrafo, Edison não gravou nenhuma frase de carta comercial nem leu o trecho de um livro. Isso mesmo: ele cantarolou uma música.

Mary had a little lamb,
Its fleece was white as snow;
And everywhere that Mary went,
The lamb was sure to go.

E se você achou tudo isso meio interessante, talvez venha a achar mais interessante ainda ouvir a tal gravação do próprio Edison! Basta clicar aqui.

Friday, January 28, 2011

Ode à vida acadêmica

Você já viu o clipe "Bad Romance", da Lady Gaga? Se não viu, segue abaixo:



Mas... Dane-se Lady Gaga. Ela tem muito dinheiro. Ela tem muito glamour (a um certo tipo de gosto). Ela tem fama. Ela tem tudo o que o povo dos laboratórios não tem. Mas não tem o mesmo ânimo. Confira essa versão, muito melhor:

Tuesday, January 11, 2011

Fussando nas notícias...



Um pequeno planeta, parecido com a Terra, é descoberto - A NASA encontrou um planeta um pouco maior que a Terra. Infelizmente, ele está tão próximo da estrela-mãe que não se acredita ser possível a existência de qualquer tipo de biologia por lá. Seu ano dura apenas 0.84 dia, este astro está muito mais perto de seu sol do que, por exemplo, Mercúrio está do nosso Sol. Ainda assim, o achado mostra o quanto tem avançado as técnicas de identificação de planetas em estrelas relativamente próximas.

O hábito da leitura altera o cérebro - É claro que aprender a ler altera o cérebro. Mas se você esmiuçar a questão e se perguntar "altera como?", aí entramos na área das incertezas. Incertezas que começam a ser clareadas com estudos como o mostrado nesta reportagem. Mas ainda há muito por fazer, claro...

Anti-matéria produzida naturalmente nas tempestades terrestres - Quando os neutrinos foram sugeridos, tratava-se de uma mera abstração sem serventia, mas em alguns anos notou-se ser possível utilizá-lo para investigar, "diretamente", o funcionamento do núcleo solar. Agora a anti-matéria, coisa bizarra que até então pertencia somente aos nerds dos aceleradores de partículas, é flagrada ocorrendo naturalmente nas tempestades terrestres. Para maiores informações a respeito, veja também o site da NASA a respeito.

Tuesday, January 04, 2011

Super Nova


Sim, ela é super nova, super jovem. O nome é Kathryn Gray, ela tem apenas 10 anos e acaba de descobrir uma supernova. E o que é uma supernova? É uma estrela em explosão, um evento raríssimo de se observar pelo universo, mas que emite uma quantidade avassaladora de energia. Nós todos já estivemos dentro de uma supernova - são nesses eventos que as estrelas fabricam todo o material pesado que enriquece nosso planeta: estrelas conseguem, ao longo de sua vida, transformar hidrogênio em elementos mais e mais pesados, porém apenas até o ferro. Todo elemento mais pesado que o ferro é fabricado durante a explosão de uma supernova. Mas, bem... o assunto era a Kathryn.

Ela é notícia nos principais sites do mundo. Claro que ela teve a ajuda do pai, mas a empolgação dela com a descoberta, e o conhecimento que ela tem do assunto, permite enxergar muito mais do que uma simples menininha que fez o que o pai mandou. O que fica claro é que - eureka! - crianças se empolgam. Existe ainda um preconceito de ciência como coisa chata mas... crianças se empolgam. Desde que as deixemos participar, desde que dediquemos tempo para permitir que elas se envolvam, elas gostam de descobrir o mundo.

Sobre as reportagens que estão rolando por aí:

Reportagem da BBC

Reportagem do AOL, incluindo vídeo

Eu ia colocar o link do UOL também, mas nem conta, é copy/paste traduzido desses aí em cima.

E, para finalizar, a foto da descoberta (não sei se as legendas estão corretas... Vai saber quem foi que editou!)

Tuesday, December 07, 2010

Brilha, brilha, estrelinha!

A tempestade começou no último domingo...



Para ver uma sequencia de fotos, clique aqui.

Tuesday, September 22, 2009

Engenhocas high-tech


É sem fim o número de invenções tecnológicas de todas as espécies que compõe as várias facetas da nossa História, das artes às guerras, da literatura ao rock. Um humilde apanhado de curiosidades encontra-se neste link aqui.

PS: Eu já tive um etch a sketch!!! =D

Wednesday, September 16, 2009

Os copépodes


Seres estranhos, esses pequenos copépodes. Parecem ervilhinhas com longas antenas. Monstros de um outro mundo? Aberrações de um canto bizarro e esquecido de nosso planeta? Não... nem de longe. Trata-se, na verdade, de um dos mais importantes habitantes da Terra. Há estimativas estipulando que eles constituem a maior fração da biomassa deste planeta. Ou seja, se você pesasse todos seres vivos, o maior peso seria devido à população destas pequeninas bizarrices.

Sua importância na cadeia alimentar global é tremenda. Eles alimentam-se do plâncton microscópico para posteriormente (a contragosto) servirem de alimento aos seres maiores. São portanto os pilares que sustentam a vida macroscópica do oceano sobre o invisível mundo fotossintético difuso mares afora.

E eu há pouco nem sabia que eles existiam!

Tuesday, September 15, 2009

Mulheres bonitas emburrecem os homens


De repente a idéia de que uma mulher bonita faz o homem gagejar, se perder, se confundir com o que está fazendo, não é tão exagerada assim. Segundo um estudo publicado no Journal of Experimental and Social Psychology, a presença de mulheres bonitas estupidifica os homens. Mas segundo o estudo, a imagem estereotipada é um caso extremo: o que acontece é que os homens tendem a alocar todos seus esforços cognitivos em tentativas de impressionar as mulheres, e passam a ter péssimo rendimento em outras tarefas.

O mesmo não acontece como as mulheres.

Novidade...