Mais uma prova irrefutável de que o Japão não tem a menor chance de conquistar o mundo:
Tuesday, December 22, 2009
Friday, December 18, 2009
Wednesday, December 16, 2009
Princípios
Passaram uma lista para a "vaquinha" de presente para um amigo aqui do trabalho, que vai casar. Contribuições de R$100,00, R$150,00, até R$200,00. Os mais modestos contribuindo com R$20,00. Mas há outras posturas também...
- Não vou contribuir com isso! É um investimento de risco. É bem provável que ele se divorcie nos próximos anos. E aí, ele vai devolver o dinheiro? Depois, eu não concordo com a própria idéia de casamento. E aí vocês vêm me pedindo para contribuir com esse tipo de coisa?
Nada como pessoas claras e decididas
- Não vou contribuir com isso! É um investimento de risco. É bem provável que ele se divorcie nos próximos anos. E aí, ele vai devolver o dinheiro? Depois, eu não concordo com a própria idéia de casamento. E aí vocês vêm me pedindo para contribuir com esse tipo de coisa?
Nada como pessoas claras e decididas
Na falta do que fazer...
... você pode pegar uma flauta transversal que estiver jogada por aí, e tocar um pouco. Distrai.
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Tuesday, December 15, 2009
Monday, December 14, 2009
Sunday, December 13, 2009
Aniversário misterioso
Ana diz:
- na vila madalena
- meio cedo
- começa meio cedo
Axel diz:
- tá meio vago o convite
- na vila madalena
- meio cedo
- começa meio cedo
Axel diz:
- tá meio vago o convite
Liberdade
Fabrique seus fantasmas. Ou fabrique seus paraísos. A escolha é sua. Sorrisos e lágrimas são coisas que nascem de dentro. É simples assim, quase mecânico. Há pessoas loucas no mundo. Enclausuradas em si. Mergulhadas nos recantos sombrios dos próprios devaneios descontrolados. Como é próprio da loucura, elas se acreditam mais lúcidas que o resto do mundo. Tiram conclusões rápidas e sem maiores consultas, a partir das menores evidências. A loucura seca e endurece em volta da alma, impedindo novos movimentos, novas idéias, outras perspectivas. Fabrique seus fantasmas, se quiser. Não tenho mais voz quando decide que não quer mais ouvir. E que importa, afinal? Só existem loucuras no mundo. A sandice final é uma certeza que fica além dos olhos, depois dos toques; um lugar que jamais iremos habitar. Estamos presos aqui do lado de dentro. Não fui eu que fiz o mundo, mas é assim: cada um arruma a própria cela como bem entende.
Wednesday, December 09, 2009
Web World
Como diz o jornalista argentino Ezequiel Fernandez-Moore, a propósito da informação: "Estamos informados de tudo, mas não sabemos de nada".
- em De Pernas Pro Ar, de Eduardo Galeano
- em De Pernas Pro Ar, de Eduardo Galeano
Tuesday, December 08, 2009
Notas de corte
Como nos Planos Cruzados...
Daqui a pouco vão ter que começar a cortar os zeros do índice pluviométrico, por praticidade!
Monday, December 07, 2009
Entrevista
Eu fui atrás do link para o Blog do Faccini, mas o Google foi gentil comigo e me presenteou com uma entrevista genial!
Para ler a entrevista, clique aqui.
Sunday, December 06, 2009
Gol contra
Logo eu, logo eu!
Vou me preocupar com futebol?!
Pois é, vou. O futebol me sacaneou hoje. Sem querer, mas ainda assim com toda a culpa, me transformou num grande difamador. Num fanfarrão que anuncia mentiras por aí.
Sempre disse que não curto futebol, não é verdade?
Vou me preocupar com futebol?!
Pois é, vou. O futebol me sacaneou hoje. Sem querer, mas ainda assim com toda a culpa, me transformou num grande difamador. Num fanfarrão que anuncia mentiras por aí.
Sempre disse que não curto futebol, não é verdade?
Friday, December 04, 2009
Diplomático
Minha mãe tentou sondar o Moreira, ajudante do telhadista que trabalho aqui em casa nessas últimas semanas. O Aparecido, o telhadista, sumiu uma semana dizendo que a sogra tinha morrido. Lá foi minha mãe conferir a história.
- Mas então, Moreira, a sogra do Aparecido morreu mesmo?
- ... É, mais ou menos, sabe?
- !!!
- Mas então, Moreira, a sogra do Aparecido morreu mesmo?
- ... É, mais ou menos, sabe?
- !!!
Terra da garoa
Cai a chuva e a cidade pára. E as pessoas nos ônibus, nos carros, se desesperam. Os semáforos apagam, ou melhor, ficam piscando um amarelo sarcástico e debochado. Buzinas ressoam e eu até hoje não entendo o que pretendem com isso. O carro da frente não vai instantaneamente desaparecer por conta da buzina. Nem tão pouco se deve o trânsito gigante a alguma desatenção no camarada logo ali na frente, de modo que não será a buzina que fará alguém pensar "puxa, é mesmo, já posso andar!", e então salvará o trânsito. Ah, mas as pessoas buzinam para relaxar, desestressar. Até acredito na teoria, mas o que eu tenho a ver com isso? Por isso proponho que existam duas buzinas nos carros. Uma útil, para reais emergências e afins, e outra para alívio psicológico. Esta segunda toca para dentro do carro, e não pra fora. Aí o sujeito imerge num barulhão e, tomara, fica um pouquinho mais calmo.
Agora, que fique claro, esta não é a única forma de combater a insandice que é a vida no trânsito das chuvas. Ontem levei uma hora e meia, dentro do ônibus, para ir do IPT até a ponte Cidade Jardim. E o trânsito completamente parado. Completamente. Eis que algumas pessoas no ônibus se animaram e, a despeito da chuva, optaram pela caminhada. Fui junto. Uma estudante de teatro, um recém chegado de Americana que está impressionado com São Paulo, estudando administração por aqui... A única coisa que tínhamos em comum era essa opinião de que uma conversa inusitada com desconhecidos animados debaixo de uma forte chuva devia ser algo mais legal do que ficar no ônibus vendo as caras mal humoradas de trabalhadores enlatados resignados.
Por mim, podia cair outro toró hoje de novo!
Agora, que fique claro, esta não é a única forma de combater a insandice que é a vida no trânsito das chuvas. Ontem levei uma hora e meia, dentro do ônibus, para ir do IPT até a ponte Cidade Jardim. E o trânsito completamente parado. Completamente. Eis que algumas pessoas no ônibus se animaram e, a despeito da chuva, optaram pela caminhada. Fui junto. Uma estudante de teatro, um recém chegado de Americana que está impressionado com São Paulo, estudando administração por aqui... A única coisa que tínhamos em comum era essa opinião de que uma conversa inusitada com desconhecidos animados debaixo de uma forte chuva devia ser algo mais legal do que ficar no ônibus vendo as caras mal humoradas de trabalhadores enlatados resignados.
Por mim, podia cair outro toró hoje de novo!
Wednesday, December 02, 2009
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