Saturday, February 06, 2010

Os seus problemas acabaram!

Sim, pois agora há um calendário inteligente que vai permitir que os trabalhos sejam cumpridos a contento!



This is a special calendar which has been developed for handling rush jobs. All rush jobs are wanted yesterday. With this calendar a client can order his work on the 7th and have it delivered on the 3rd.

Everyone wants his job by Friday so there are three Fridays in each week.

There are eight new days at the end of the month for those end-of-the-month jobs.

There is no 1st of the month - so there can't be late delivery of end-of-the-month jobs on the 1st.

A "blue Monday" or Monday morning hangover can't happen as all Mondays have been eliminated.

There are no bothersome unproductive Saturdays or Sundays.

With no 15th, 30th or 31st, no time off is necessary for cashing salary cheques or paying bills.

Mirday is a special day added each week for performing miracles.

Source: Mackenzie College Newsletter Fairlie, South Island, New Zealand

Sunday, January 31, 2010

...?

- Nossa, que chuva! Tudo isso é granizo?

- Ou isso, ou encolhemos e somos pequenas partículas num imenso e feliz copo de whisky.

Saturday, January 30, 2010

Ciência em crise


Não uma crise no sentido econômico de "as coisas vão mal", mas no sentido de quebra/formação de paradigma que vemos em Thomas Khun. Sim, falo da Economia, que como ciência exata tem o absurdo desafio de lidar com os fenômenos emergentes das mais complexas estruturas que se conhecem por aí, e que como ciência humana tem a sorte de interessar a muita gente com dinheiro. A disciplina passa por um momento de se repensar, algo que não se vê sempre na ciência com esta intensidade. A Newsweek publicou uma reportagem interessante a respeito.

Friday, January 29, 2010

Observações técnicas



- O pára-quedas é o único meio de transporte que, quando quebra, faz você chegar mais rápido.

[...]

- Todo avião que sobe, desce. Mas nem todo submarino que desce, sobe.


Thursday, January 28, 2010

Sociologia computacional


Até há pouco a sociologia era o domínio de textos obscuros e nada mais simplesmente porque o problema que ela se propõe a tratar é complexo demais. Não aceita nenhuma modelagem analítica que não seja particular demais, simplificadora demais. Você modela a variação no preço da gasolina na sua cidade no ano de 1998, mas a equação só vai servir para 1998. Com a técnica chamada de Agent-Based Simulation, porém, o foco dos estudos se altera completamente. Modela-se cada agente, ou melhor, suas regras gerais. Um agente pode ser uma pessoa, um grupo de pessoas, veículos, empresas, enfim... A partir das regras gerais, porém, a dinâmica que cada agente vai seguir ao longo do tempo lhe é completamente particular. Pode-se assim, a partir de uma modelagem computacional simples, estudar comportamentos emergentes no agregado considerando-se inclusive a não-homogeneidade dos parâmetros da população.

Amostras grátis:

Agent-based modeling: Methods and techniques for simulating human systems

Calibration of an Agent-Based Simulation model depicting a refugee camp scenario

Falando sozinho

Pensando bem, simpatizo com os loucos pirados. Deus do céu, como são espontâneos!

Pontos de vista

Local: R. Xavier de Toledo, Anhangabaú, São Paulo
Horário: 08:43 AM

Cena: Vestido claro, curto. É verão. Decote. Andar gingado. Magra sem ser seca. Arrumadinha sem ser fresca. Gostosa, em bom português. Essa notável presença flutuava pela calçada e sua imagem era acompanhada num take único por um marombado desses que fazem mais musculação na auto-estima do que nos músculos. Homem não disfarça. Olha mesmo. Talvez seja mais importante ele se fazer perceber no ato de olhar do que aquilo que suas retinas efetivamente desfrutam. A atenção era tanta naquelas pernas mordíveis que nem notou o exótico travesti pé-de-chinelo (sandália?) que vinha pouco atrás da loira. O travesti o olhava de cima abaixo. Fosse a loira a olhá-lo assim, nem saberia o que fazer, como o lendário cachorro que amargou um carro parando no meio da rua. Sentado na calçada, num caixote de madeira, um menino com não mais que 8 anos (que talvez fossem na realidade 12, aparentando precisamente não mais que 6), esquecia de atrair clientes para suas balas de goma. Divertia-se às gargalhadas com a estranhice despudorada e desglamurosa daquele travesti mal financiado. Do outro lado da rua, quase alheia a tudo, mas fundamental para a costura firme da cena, ia uma velha freira em seus trajes castos. Olhar piedoso para a miséria porca do menino. Olhar assustado e impotente para esse prelúdio de sofrimento e pecado. Fechando a cena como num "fade away" bem lento para o cinza, iam todos os outros ignorando a freira, o menino, o marombado, a gostosa, o travesti, tudo e todos. Andavam como se a existência toda fosse isso: andar, um pé e aí o outro. Mas num balcão de padaria logo lá, com R$3,00 a menos no bolso eu tomava um delicioso suco de laranja e me divertia com a vida.

Quanto tempo você gasta na internet?

Acompanhe este acalorado debate. Depois desligue o computador e saia correndo e abrace a primeira pessoa que vir pela rua, contente por ainda fazer parte do mundo real. Lembre-se também de jogar fora seus relógios, queimar a banca de jornal mais próxima e fazer esculturas abstradas de papel marchê usando papel da biblioteca mais próxima. No espaço que sobrar coloque mesas de bilhar e inaugure um novo espaço de socialização no seu bairro. Converse o máximo que puder com todos sobre esses projetos!

Como, e por que, as pessoas se apaixonam?

Homens e mulheres se apaixonam da mesma forma? Se há diferenças, quais são? O que a evolução tem a dizer sobre isso? O que as pesquisas recentes andam fuxicando a este respeito? Ler sobre isso vai te ajudar a arranjar alguém? Ao menos esta última pergunta tem uma resposta fácil: não! Ainda assim, se você não estiver na urgência, pode gastar uns minutinhos lendo uma interessante pesquisa de Andrew Galperin e Martie Haselton, ambos do Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia. O artigo completo, em inglês, esta aqui.

Seu Augusto

Morreu. Há dois meses.

Não tinha filhos.

Não aqui.

Teve na Europa, quando foi pra lá. Os europeus se jogavam bombas em meio à Segunda Guerra Mundial. O brasileiro foi lá e deixou um filho.

História que não deve ter contato a muita gente por aqui. Me contou algumas vezes, sempre segredando. Sempre lembrando que a esposa não sabia de nada. Nunca sabendo o que fazer com a mistura de constrangimento com o aperto de uma saudade oca, que não tinha o que abraçar.

Wednesday, January 27, 2010

Esclarecimentos

- MCA?

- MCA!

- ... Metros de Coluna d'Água?

- Não! Móveis Coloniais de Acajú!

Querido diário,

boa noite. t^o canssçado...

Tuesday, January 26, 2010

Músicas

Nota para um diário pessoal: idéias em gestação. Muitas, muitas idéias!

Aula de inglês é isso...

"Quando você não tem o TO BE pra fazer uma interrogativa, você precisa DO?????"